Para famílias de baixa renda, dízimo é despesa prioritária



As famílias de baixa renda consideram o dízimo e a oferta à Igreja como despesas prioritárias e se esforçam para não deixar de pagá-los, mesmo não havendo, nesse caso, o risco de serem incluídas em listas negras.

Foi o que descobriu uma pesquisa da AEF (Associação de Educação Financeira do Brasil) feita sobre o comportamento dessas famílias.

"A religião é a válvula de escape para muitos e o dízimo talvez seja o compromisso financeiro mais importante de algumas famílias", disse Cláudia Forte, superintendente da AEF.

A AEF resolveu colocar o dízimo no orçamento doméstico ao verificar que, para essas famílias, trata-se de um gasto muito importante.

Os dados da pesquisa começaram a ser levantados em 2013, abrangendo 49 municípios em 16 Estados e o Distrito Federal.

43,5 milhões de brasileiros foram divididos em dois grupos:

1º) Mulheres e homens aposentados com renda de até dois salários mínimos.

2º) Mulheres beneficiárias do programa Bolsa Família.

Uma análise mais apurada da pesquisa poderia revelar, por exemplo, em que medida as igrejas são beneficiadas indiretamente pela Bolsa Família.

Dinheiro da Bolsa Família vai para igrejas

Com informação AEF.
Envio de correção.


Embora mais pobres, fiéis da Universal pagam o maior dízimo

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