Líderes de países islâmicos querem impor censura ao mundo


Paquistão patrocinou reunião
para planejar a ofensiva

Países islâmicos estão se articulando para pressionar o mundo ocidental a coibir blasfêmia a Maomé nas redes sociais

O Paquistão está na liderança desse movimento.

Na semana passada, Chaudhry Nisar Ali Khan, ministro do Interior, se reuniu com embaixadores para começar a planejar a ofensiva.

Para ele, “em nome da liberdade de expressão, está havendo uma loucura desencadeada contra o Islã”.

Além de tentar obter o apoio da ONU, Khan e os embaixadores concordaram que uma boa atuação seria recorrer à Justiça de cada país onde houver blasfêmia.

Além do Paquistão, os países que querem censurar o mundo, de acordo com os embaixadores da reunião, são Argélia, Azerbaijão, Bahrein, Brunei Darussalam, Bósnia-Herzegovina, Cazaquistão, Líbano, Maldivas, Qatar, Somália, Tajiquistão, Turquia, Uzbequistão, Jordânia, Kuwait, Malásia, Palestina, Sudão, Arábia Saudita, Tunísia e Emirados Árabes Unidos.

Comentário deste site: insano mesmo é o ministro Khan, por achar que se pode suprimir a liberdade de expressão das redes sociais para poupar o profeta sanguinário de sua religião.

Com informação do site Dawn e foto de divulgação.

Envio de correção.

Bloco islâmico desiste de lei global para punir quem ofende a religião


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