Islâmicos reprimem ateus de comunidade na Grã-Bretanha



Ex-muçulmanos cobrem o rosto
 porque temem sofrer represálias

As comunidades islâmicas reprimem em todo o mundo ex-muçulmanos que se tornaram ateus, como se já não bastasse a feroz repressão que existe em países de maioria islâmica.

A perseguição ocorre em países como a Grã-Bretanha, onde há por princípio plena liberdade de ter ou não religião.

Maryam Namazie, fundadora do Conselho de Ex-Muçulmanos da Grã-Bretanha, diz que, nessas comunidades, está ocorrendo um “tsunami de ateísmo”, mas poucos assumem abertamente a descrença porque temem represálias.

Esses ateus têm medo inclusive de serem mortos.

Namazie afirma que, por conta disso, muitos ateus se comportam como se ainda fossem fiéis ao Islã.

“Eles vão à mesquita, usam véu, mas são ateus.”

Na Grã-Bretanha, há quem se declare ex-cristão, ex-Testemunha de Jeová, etc., mas dificilmente alguém diz ser ex-muçulmano, a não ser ativistas com coragem de enfrentar os fanáticos do Islã.

Namazie conhece bem essa situação. De família muçulmana, ela nasceu no Irã e agora, como ativista, acompanha de perto vários casos de pessoas que estão na mira do ódio de muçulmanos.

Ela participou em 2016 do lançamento do Exposure, um documento de 46 minutos que mostra as discriminações das comunidades islâmicas aos ex-muçulmanos.

O documento segue abaixo, em inglês. Os depoimentos dão ideia do drama desses perseguidos.


Com informação do The Independent. e foto de reprodução do documentário Exposure.


Ateu muçulmano escreve sobre como se libertou do islamismo