Igreja mente ao afirmar que assassino não é seu pastor


Vídeo mostra pastor Turato
 conduzindo uma cerimônia
Pelo menos um vídeo [ver trecho abaixo], várias fotos e depoimentos de fiéis provam que a Assembleia de Deus em Joinville (SC) mentiu ao afirmar que um condenado por homicídio não é seu pastor, mas apenas um frequentador do templo.

Na noite de 14 de fevereiro de 2017, a Polícia Militar prendeu o pastor Edilson Turato (foto) quando ele chegava à igreja.

Aos policiais, Turato apresentou como fossem seus documentos de um irmão morto.

Em 2012, a Justiça condenou o pastor a 12 anos de prisão por matar um companheiro com que mantinha uma relação homoafetiva.

O crime ocorreu na noite de 15 de janeiro de 1997 em São Vicente, litoral paulista.

Antes que fosse preso para cumprir a pena, Turato fugiu para Santa Catarina.

A Assembleia de Deus emitiu nota dizendo que o “sr. Edilson Turato não é membro e nem tem nenhum vínculo da a igreja.”

Contudo, um vídeo postado no Youtube mostra Turato conduzindo uma cerimônia da igreja no dia 15 de fevereiro de 2009.

Há ainda internet fotos do pastor pregando a devotos.

Além disso, fiéis estão dando testemunho em rede social de que já participaram de cultos de Turato.

Aparentemente, os responsáveis pela igreja evangélica não sabem que mentir é pecado.

É possível que a igreja tenha tentando se desvincular do pastor Turato não tanto por ele ter cometido um assassinato, mas por ser homossexual e viciado em drogas.

Fiéis desmentem a igreja

video

Com informação da Assembleia de Deus, do Youtube e de outras fontes.

Envio de correção.

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