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Religião, ateísmo, teoria da evolução e astronomia

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quarta-feira, 20 de julho de 2016

Religiosos sauditas renovam veto por temer Pokémon GO

Conselho do Islã se acautela contra
 a invasão das criaturas demoníacas
O Secretariado Geral do Conselho de Religiosos da Arábia Saudita, a mais elevada instância do Islã naquele país, reafirmou uma proibição a um jogo de cartas da franquia dos personagens Pokémon.

Embora não admitem, os religiosos reforçaram, assim, uma proibição decidida em 2011 porque agora temem a “invasão” do país pelas criaturas do Pokémon GO, que é a mais recente versão do jogo da Nintendo e é o primeiro a usar a tecnologia de realidade aumentada.

Lançado em alguns países, o Pokémon GO se tornou uma febre mundial.

O jogo consiste em caçar com um smartfone criaturas virtuais da galeria Pokémon. A localização virtual em locais reais dos bichos é feita aleatoriamente pela Nintendo.

Já em 2001, os líderes religiosos sauditas consideraram o jogo como anti-islâmico e demoníaco, o que agora, para eles, se confirmou, porque as criaturas com poderes poderão “ocupar” lugares santos, incluindo mesquitas.

Na manifestação de agora, o conselho de religiosos argumentou que as criaturas do jogo são uma blasfêmia ao Islã porque elas são antinaturais e promovem a teoria da evolução das espécies.

O conselho acusou o jogo de promover o "politeísmo, multiplicando o número de divindades”, o que é uma ofensa a Maomé.

Além disso, é “um jogo de azar”, que, conforme está no Corão, Deus proibiu.

Quando Satoshi Tajiri criou em 1995 o Pokémon, ele certamente não achava que seus personagens iam ter como inimigas pessoas reais e tão bizarras.


Como funciona o jogo



Com informação das agências e foto de divulgação.

Criança que assiste ao Pokémon pode virar gay, afirma pastor



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