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quinta-feira, 31 de março de 2016

Hóstia apresenta grande risco de contaminação da gripe suína

'Corpo de Cristo' pode transmitir o vírus

As celebrações religiosas podem agravar o surto de H1N1, a gripe suína, não só pelas aglomerações, mas, no caso católico, porque a hóstia pode ser um eficiente transmissor do vírus da doença.

Nas missas, a hóstia é entregue pelo padre ou pelo seu ajudante na boca de cada devoto. Se alguém estiver doente, o vírus se impregnará na mão do sacerdote, com a possibilidade, assim, de infectar outros fiéis.

Até agora, pelo noticiário, apenas uma diocese, a de Taubaté, suspendeu a entrega da hóstia de boca e boca. Agora, o próprio fiel tem de pegar a hóstia. Mas isso não impede a contaminação de outras hóstias, se a mão do devoto estiver contaminada.

Nas igrejas das 11 cidades do Vale da Paraíba, que respondem àquela diocese, foi proibido qualquer contato físico entre os fiéis.

O abraço de saudação da paz, a oração de mãos dadas e a procissão do ofertório também servem de oportunidades para o vírus se propagar.

Nenhuma das grandes igrejas evangélicas tomou qualquer iniciativa para evitar a contaminação.

A situação é dramática em todo o país. Houve até agora mais de 300 casos confirmados da doença, com grande incidência na cidade de São Paulo, onde já ocorreram oito mortes.

A ironia é que muitas pessoas estão procurando igrejas para rezar contra a doença, sem saber que podem contrair o vírus nesses locais.

Se o número de mortos continuar subindo, o ideal seria suspender todas as cerimônias religiosas e demais aglomerações, até que se comece uma vacinação em massa.

Quem quiser orar, que ore em casa, desde que, depois, não deixe de tomar a vacina.

Com informação das agências.







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