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Religião, ateísmo, ciência e astronomia

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Deus criou ateus para que levem religiosos à reflexão, diz rabino

Sacks lançou livro
sobre guerras de
cunho religioso
Ao falar sobre o seu mais recente livro, Not in God’s Name [Não em nome de Deus], o rabino britânico Jonathan Sacks (foto), 67, disse, sem ironia, que Deus criou os ateus para que eles questionem os religiosos, de modo que estes não “fiquem pretensiosos”.

“Eu adoro os ateus”, afirmou. “Eu os chamo de oposição leal de Sua Majestade.”

De 1991 a 2013, Sacks foi rabino-chefe das Congregações Hebraicas Unidas da Commonwealth.

Ele falou que perguntas de ateus como “Se Deus existe, por que há tanto sofrimento no mundo?” tiram os religiosos da área de conforto, embora esse tipo de questionamento, segundo ele, existe no meio religioso desde o tempo de Moisés.

'Não em
nome de
 Deus'
Sem previsão de lançamento no Brasil, o Not in God’s Name se debruça sobre  um fenômeno aparentemente paradoxal: ao mesmo tempo em que a secularização se encontra em expansão, o mundo está sendo abalado por uma onda de violência cujas raízes estão na religião.

O livro faz um histórico das tensões entre as religiões abraâmicas: judaísmo, cristianismo e islamismo, embora Sacks não acredite que as crenças sejam intrinsecamente geradoras de conflitos.

Mesmo assim, em 2.000 ele previu o recrudescimento do extremismo em nome de Deus, colocado em prática por organização como o Estado Islâmico.

Sacks é otimista porque acredita que os conflitos de cunho religioso possam ser combatidos no longo prazo com medida de reforço à liberdade religiosa, entre outras.

Só falta ele combinar com os jihadistas.

Com informação das agências e fotos de divulgação.





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