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sábado, 9 de março de 2013

Em mais de dez cidades houve protesto contra Feliciano

Em São Paulo, os manifestantes se reuniram na Avenida Paulista
Pessoas inconformadas com a nomeação do pastor-deputado Marco Feliciano (PSC-SP) para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e das Minorias fizeram ato de protesto neste sábado (9) em mais de dez cidades. O site do jornal O Globo informou que ocorreram manifestações em 16 capitais.

Em São Paulo, entre 650 e 800 manifestantes (estimativa da Polícia Militar) declararam seu repúdio ao pastor na Avenida Paulista. No Rio, o ato reuniu cerca de 350 pessoas defronte à Câmara dos Vereadores, no centro. Em Curitiba, o protesto atraiu aproximadamente 200 ativistas.

Feliciano se notabilizou por ter feito em 2011, no Twitter, afirmações tidas como homofóbicas e racistas. O pastor nega. Ele está respondendo a um inquérito sob a acusação de discriminação. Também é réu em ação por estelionato — de uma organização no Rio Grande do Sul, recebeu R$ 13 mil para celebrar cultos e não compareceu.

Feliciano é totalmente inadequado para o cargo, afirmaram os manifestantes. Entre eles, se destacaram representantes do movimento de defesa dos homossexuais e dos negros. Em São Paulo, houve comparecimento de devotos do candomblé.

Beatriz Pimentel Ferreira, 21, uma das organizadoras do ato no Rio, afirmou que Feliciano é uma vergonha para os evangélicos. Ela frequenta a 1ª Igreja Batista do Recreio.

Beto Volpe, da Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV, que participou do protesto em São Paulo, disse que não entende como alguém que declarou ser o “HIV um câncer gay” pode ser escolhido para conduzir a comissão dos Direitos Humanos.

A deputada Erika Kokay (PT-DF), integrante da comissão, participou do protesto realizado em Brasília. Ele afirmou que a entrega do comando da comissão a Feliciano é o resultado de um "golpe".

“Esse protesto, e outros que virão, são os sinais da resistência ao que aconteceu”, disse. “Se o espaço da Câmara foi vetado ao povo, a voz da sociedade, então, se expressa nas ruas.”

Feliciano declarou a um jornal que, desde que foi eleito para presidente da comissão, está sendo perseguido pelos ativistas gays. Disse que vai levar ao conhecimento da Polícia Federal as ameaças de morte que vem sofrendo.

Manifestação em São Paulo atraiu mais pessoas

video





Com informação das agências e emissoras de TV.

Feliciano tenta se explicar, mas repete que África é amaldiçoada 
março de 2013

Marco Feliciano

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