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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Cardeal africano cotado para ser papa associa gay à pedofilia

Peter Turkson
O conservador Peter Turkson é forte
 candidato a substituir o papa Bento 16
O cardeal Peter Turkson (foto), de Gana, disse à rede CNN que há menos casos de pedofilia na África em relação a outros continentes porque muitos povos africanos não aceitam o relacionamento sexual entre pessoas do mesmo sexo. Nas bolsas de apostas, Turkson é um dos mais cotados para ser o novo papa.

Ele afirmou que a África existem “sistemas culturais tradicionais que protegem sua população dessa tendência [pedofilia]”. Isto porque, explicou, em muitas comunidades “as relações de pessoas do mesmo sexo não são toleradas".

Barbara Blaine, presidente da Snap., uma ong de assistência às vítimas de pedofilia, disse que o comentário “horrível” de Turkson o desqualifica para substituir Bento 16.

"As declarações do cardeal são inaceitáveis”, disse Blaine à Folha de S.Paulo. “Se ele for eleito o novo papa, a igreja vai jogar sal nas feridas das vítimas e mandar um sinal claro de que os padres criminosos não serão punidos."

Lideranças do movimento gay já vinham criticando Turkson por causa de uma afirmação com a qual ele justifica a forte repressão que existe na África contra homossexuais. “A intensidade da reação (à homossexualidade) é provavelmente compatível com a tradição cultural [de não aceitação da prática)”, disse ele em uma entrevista.




Com informação das agências e da Folha.

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