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Religião, ateísmo, ciência, etc.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Professora no Egito corta trança de aluna por não usar véu

professora Iman e a estudante Mona
A atitude de Iman de cortar o cabelo de Mona equivale
no Brasil às professoras que obrigam os alunos a orar 
No Egito, a professora muçulmana Iman Kilani (foto) cortou uma trança da aluna Mona Barbesh (foto), 11, como punição por ela não usar o véu islâmico. A menina e o seu pai tinham combinado que ela só usaria o véu quanto se sentisse “pronta”. 

A professora foi condenada a pagar uma pequena multa, além de ser suspensa da escola por seis meses. Iman disse que cortou o cabelo da garota porque outras alunas estavam reclamando.

"Como prometi tomar uma atitude, um menino me emprestou uma tesoura e tive de manter a palavra e punir”, disse. Ela também cortou a trança de outra menina que às vezes aparecia na escola sem o hijab.

Barbesh Khairi, pai da Mona, disse que ninguém vai convencê-lo da necessidade de a sua filha usar o véu. Afirmou que o hijab é algo que a mulher religiosa tem dentro de si.

Um porta-voz do governo afirmou que não existem leis que obriguem as escolas a exigir o véu das alunas.

A atitude de Iman demonstra um fanatismo religioso equivalente aos das professoras que, no Brasil, fazem proselitismo de sua religião, havendo casos da imposição de oração em classe de aula.

Com informação da BBC Brasil

Professora ameaçou dar zero ao aluno que não orasse na classe
março de 2012

Religião no Estado laico    Fanatismo islâmico

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