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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Governo veta base aérea do Rio para missa do papa Bento 16

Ainda não se sabe quanto a visita
do papa vai custar ao cofres públicos
O governo federal vetou o uso da Base da Aeronáutica de Santa Cruz, no Rio, como local onde seria celebrada no dia 28 de julho em 2013 a missa do papa Bento 16, precedida por uma vigília dos participantes da JMJ (Jornada Mundial da Juventude).

A decisão se deve ao fato de que os gastos para preparar o local de modo que pudesse receber a multidão seriam elevados, além dos custos com a retirada dos aviões e equipamentos. A informação é do jornal O Dia, que não conseguiu saber a estimativa do montante que seria necessário sacar dos cofres públicos.

O ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) se encontrou na segunda-feira (22) com o prefeito Eduardo Paes com o objetivo de discutir outro local para a missa campal. Carvalho não quis descartar totalmente o uso da base área, mas já se fala, como alternativa, de uma área no bairro de Guaratiba, também na zona oeste da cidade.

Em junho, dom Orani João Tempesta, arcebispo do Rio, disse que a presidente Dilma Rousseff e a Aeronáutica já tinham autorizado o uso da base.

A praia de Copacabana foi mantida como local da missa de abertura da JMJ, celebrada pelo papa, e como ponto de partida de uma Via-Sacra. O encontro deverá reunir cerca de 2 milhões de devotos.

Em dezembro de 2011, a Assembleia do Rio aprovou uma emenda da deputada e militante do movimento carismático Myrian Rios (PDT) liberando R$ 5 milhões do orçamento do Estado para a organização e realização da JMJ. Não há, contudo, uma estimativa do total que a jornada e a visita do papa vão custar aos brasileiros.

Com informação de O Dia.

Campanha quer saber quem vai pagar os gastos da visita do papa.
setembro de 2012
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