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Religião, ateísmo, teoria da evolução e astronomia

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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Onde há mais violência, na Bíblia ou no Corão? Depende

Bíblia e Corão
Em ambos os livros, o castigo divino se estende para a eternidade
A Bíblia e o Corão, como se sabe, contêm passagens de extrema violência.

Exemplo cristão: "E disse-lhes: Assim diz o Senhor Deus de Israel: Cada um ponha a sua espada sobre a sua coxa; e passai e tornai pelo arraial de porta em porta, e mate cada um a seu irmão, e cada um a seu amigo, e cada um a seu vizinho. (Êxodo 32:27)

Exemplo muçulmano: "Alá vai tornar a vida miserável para os descrentes e vai torturá-los para sempre depois de sua morte". (Corão 2:114, em tradução livre).

A perversidade é tanta, que nos dois livros há trechos que ameaçam com o castigo eterno, como no exemplo acima do Corão. Na Bíblia, há várias referências ao "fogo eterno", uma inclusive atribuída a Jesus, a figura central do cristianismo.

Apesar disso, a Bíblia e o Corão têm sido guias de conduta de moralidade para bilhões de pessoas em todo o mundo. No Brasil, por exemplo, de vez em quando aparece um vereador com proposta de lei para que os estudantes leiam trechos bíblicos, de modo a conter a agressividade deles.

Qual dos dois livros sagrados destilam mais crueldade? A resposta depende de como for feita a comparação.

Em quantidade de citações, a Bíblia ganha fácil: possui 1.214 trechos que propagam ódio, violência, o horror, contra 527 do Corão.

Ocorre que a Bíblia tem mais páginas do que o livro sagrado dos muçulmanos.  Levando isso em consideração, o blogueiro americano Steve Wells fez cálculos de proporcionalidade, chegando ao seguinte resultado: do total de versos do Corão, 8,85% correspondem à violência, contra 3,89% da Bíblia. Ou seja, por esse parâmetro, o islamismo é mais violento do que o cristianismo.

Em inglês, aqui estão os relatos bíblico que exaltam a violência, um a um, e aqui os do Corão.

Os líderes religiosos (exceto os fundamentalistas) pouco falam sobre esses textos,  mas eles não podem negar que fazem parte da obra de Deus.

Com informação do Dwindling In Unubelief.





Trechos bíblicos cuja existência crentes fingem não saber
maio de 2012

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