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Religião, ateísmo, teoria da evolução e astronomia

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Na Colômbia, padres gays pagam para serem mortos

Piffano e Armando simularam um latrocínio para esconder o romance
Os padres de Bogotá (Colômbia) Piffano Richard, 37 (à esquerda na foto), e Armando Rafael Rojas Reatiga, 35, pagaram 15 milhões de pesos (cerca de R$ 14,5 mil) a dois assassinos para que fossem mortos. Armando tinha Aids. 

Os padres eram amantes. Eles se conheceram no seminário e, depois, estavam quase sempre juntos em celebrações de batismo, casamento, cursos e em outras atividades da igreja.

O crime ocorreu em janeiro de 2011. Os corpos foram encontrados dentro de um carro, perto de um riacho sem iluminação. Piffano foi baleado nas costas e cabeça, e Reatiga, no peito. Ele segurava um rosário com a mão direita.

De acordo com a Promotoria Pública, os padres contrataram assassinos porque não tiveram coragem de se jogar de um penhasco. Eles teriam decidido simular um latrocínio (roubo seguido de morte) para manter em segredo o seu romance.

A Promotoria conseguiu localizar os assassinos  –  Girdardo Peñate Suárez (vulgo “Falcão”) e Isidro Castiblanco Forero (“Gallero”) – por intermédio de rastreamento nas ligações telefônicas feitas pelos padres.

Os assassinos confessaram que foram contratados pelas próprias vítimas. Fiéis suspeitam dessa versão. Eles acreditam que se trata de uma história para atenuar a pena dos criminosos.

Um dia antes do crime, ao final da missa que os padres celebraram juntos, Piffano pediu aos fiéis que rezassem por ele.

Com informação das agências.

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