A ordem encontra-se sob intervenção do Vaticano. O arcebispo italiano Velasio de Paolis, 74, o interventor, tem encontrado resistência para refundar a Legionários. Tanto que ele foi nomeado “delegado pontifico” em julho deste ano e até agora não teve acesso à contabilidade da ordem.
O padre Álvaro Corcuera, diretor-geral da ordem, e Luis Garza, vigário-geral, não têm se submetidos a Paolis. Mas não só eles. Muitos sacerdotes se mantêm fiéis ao carisma de Maciel com o argumento de que, se o padre pecou (o que é humano, dizem), também construiu uma obra que a igreja agora não deveria desprezar.
Uma obra que inclui um patrimônio de milhões de dólares que se encontra sob a administração de uma financeira da Legionários ainda administrada por ‘viúvos’ Maciel.
Com informação do site Religión Digital.
agosto de 2010
> Caso do Marcial Maciel, o padre devasso.

Seja mais objetivo nas suas noticias e nao copie noticias falsas. Onde já se viu querer mudar o nome de uma instituçao. Se mudar de nome é dificil, imagine-se o que implica para uma obra de este tamanho. Creio que alguns ainda pensam que a Legiao cabe numa sacristia, quando só neste natal serao ordenados 65 novos sacerdotes Legionarios de Cristo e nao com outro nome. Já viu congregaçao ordenar tantos, nem os Jesuitas com todo tamanhao daquela congregaçao.
ResponderExcluirÉ sempre em si, mudam-se os balaios, conservam-se os caranguejos...E novas raposas para tomarem conta dos velhos galinheiros.
ResponderExcluirE essa overdose de ordenações é um péssimo sinal...dos tempos. Que tipo de serviço é esse, criado por uma ordem elitista, propagadora de um cristianismo verticalista, intimista e pietista, e um carisma esotérico, iniciático de facção? Um desserviço ao carisma universal do evangelho. Na verdade, assistindo aos "testemunhos", vemos papagaios bem treinados, em apologética do romanismo, como vertente única e legítima do cristianismo universal. Quanto à mudança, ressalte-se que Regnum Christi é desde sempre o nome "oficial" do movimento. Não há mudança nenhuma