A sentença da juíza da 16ª Vara Criminal de São Paulo determinou 278 anos de prisão levando em conta a pena mínima de seis anos para cada um dos casos que compõem a ação penal.
No entendimento de Barbuto, cada um desses casos deve ser reavaliado porque existem agravantes que justificam pena maior, de até 10 anos.
Entre as agravantes, o promotor citou que algumas das pacientes foram atacadas mais de uma vez e que todas estavam em condição de inferioridade porque, na expectativa de engravidar, foram mantidas sob o efeito de medicação. Algumas das vítimas foram abusadas quando estavam inconscientes por causa da anestesia.
Barbuto alertou que os crimes da condenação podem prescrever se houver demora na decretação da pena definitiva, em instância superior.
“Se a sentença não se tornar definitiva antes de o médico completar 70 anos, o prazo de prescrição cai pela metade, e ele pode não ser preso, livrando-se de qualquer condenação”, disse. Abdelmassih está com 67 anos.
Barbuto pediu ainda, no recurso, que os crimes de Abdelmassih sejam considerados como hediondos porque, nesse caso, não haverá a possibilidade da concessão de um indulto.
José Luís de Oliveira Lima, um dos advogados de Abdelmassih, também vai recorrer ao TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo para que a sentença de Kenarik seja anulada com o argumento de que a juíza desprezou depoimentos importantes da defesa, inclusive de pacientes.
23 de novembro de 2010

Pena maior = pena de morte.
ResponderExcluirHelena diz:
ResponderExcluirA corja dos advogados do monstro vão tentar adiar ao maximo a sentença definitiva. Até lá o estuprador vai desembolsar muito dimdim, logo ele que sempre foi tão egoista em relação ao dinheiro... quem sabe morre pobre pois velho ele já é, e babão ainda!
existe alguma possibilidade dele ser preso (voltar p/ cadeia) logo? Pelo visto vai aguardar em liberdade .
ResponderExcluirpela dor destas vitimas, que os ministros julguem "necessario" o retorno deste crapula pra cadeia antes que os advogados enrolem bastante (digo, com a ajuda nas nossas leis muito flexiveis) e o nojento morra fora da cadeia.Ele ja tem 67 anos e se depender das cargas negativas que hoje recebe devido as atrocidades cometidas, acredito que nao dure muitos anos.
ResponderExcluirAlias, seria um alivio pra familia que so quer saber de dinheiro e se livrar do papai problema.
Alem dos filhos gostam do dinheiro ainda a mulher que está com ele que gosta demais de dinheiro,joias, viagens,etc... Se ele estaria pobre ela já não estava mais com ele e teria voltado a trabalhar como Procuradora da Republica.
ResponderExcluirAna Alice, a mulher dele casou-se com a imagem do "pai" que nunca teve... Isso é classico na psicologia humana. Por isso ela ficará com ele. Casada com o "paizão". Preenchendo um buraco psiquico inconsciente.
ResponderExcluirAna Alice, esqueci de dizer: claro, tem "filhinha" que sonha com um pai bandido... Também classico na psique humana...
ResponderExcluirSe ele não voltar para a cadeia vai ficar feio pra justiça do nosso país que nunca funciona como deve, Pelo amor de Deus Srs. Ministros, mandem esse homem para o tremembé para pagar o que fez de ruim a tanta gente.
ResponderExcluirSr. Paulo Lopes, parabens pelo seu trabalho em divulgar essas noticias.
Eu nem queria que ele tomasse tudo isso, bastava uns 10 anos - MAS QUE FOSSE TRANCAFIADO AGORA - como o cidadão comum pode acreditar em justiça se os juizes tratam os ricos de forma diferente ?
ResponderExcluirWander
Será mesmo que terça sera julgado o habeas corpus dele?
ResponderExcluirTenho fé que ele passará os próximos Natais encarcerado!!!!!
ResponderExcluirReportagem sobre o caso Roger na revista Época de domingo, dia 28/11 e tbem no domingo espetacular da Record a partir das 20:00 hrs, esta não percam pois tem uma bomba prestes a explodir!!!
ResponderExcluirQueria agradecer pela força e determinação:
ResponderExcluirDr.Reinaldo
Kenarik
Paulo Lopes
Dr.Dal Poz - GAECO
Dr Flávio G.
Cely Paulino
Paulo Lopes
Conseguimos mais um passo nesta batalha contra o monstro do jaleco branco!
Link para a reprodução neste blog do texto da Época.
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