O órgão incluiu na ação a União e ao Ministério da Educação pelo fato de a universidade não ter sido punida pela arbitrariedade.
O Ministério Público informou que a Uniban não atendeu ao pedido de entrega de uma cópia da suposta sindicância que culminou com a expulsão da estudante.
Ao final de outubro de 2009, Geisy foi chamada de “puta” por estudante porque estava com uma minissaia rosa.
Semanas depois, a Uniban publicou comunicado em jornais em São Paulo responsabilizando a estudante, ou seja, a vítima, pela selvageria no compus de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.
Pressionada pela opinião pública, a Uniban anulou a suspensão. O MEC, que tinha prometido impor sanções à universidade, arquivou o caso.
Geisy desistiu de continuar o curso de turismo por se sentir insegura na universidade.
A ex-estudante se tornou celebridade de programas de baixa audiência da tv.
[Com informações do MPF-SP.]
> Caso da ofensa à moça do vestido curto por estudantes da Uniban.
> Casos de violência contra a mulher.
Qualquer dia poderemos assistir às aulas nus,pelados e com a mão no bolso.Aí sim estaremois exercendo o pleno direito à liberdade!Ou será libertinagem?kkkk
ResponderExcluirVeja só, a diferença: "Alemães posam nus na escola, e ninguém é chamada de puta". A informação está neste blog, em http://e-paulopes.blogspot.com/2009/11/alemaes-posam-nus-na-escola-e-ninguem-e.html
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