domingo, 21 de março de 2010
Mendonza aprova castração química de estuprador
A província argentina de Mendoza aprovou a castração química de estupradores para evitar a reincidência. A medida começa a vigorar em três meses.
Castração química é o nome popular de um procedimento que reduz o desejo sexual (a libido) de abusadores por intermédio da baixa dos níveis do hormônio masculino, a testosterona.
Celso Jaqui, governador da província, disse que os condenados por crimes sexuais não serão obrigados a aceitar o tratamento, mas, nesse caso, perderão o direito a indultos e reduções de penas.
O sexólogo José Rodríguez disse ao jornal argentino La Nación que, de acordo com estudos internacionais, esse procedimento pode diminuir em até 60% a reincidência de abusos.
Embora seja uma medida de efeitos reversíveis, bastando, para isso, a interrupção das injeções, entidades de direitos humanos criticam-na por entender que avilta a integridade pessoal e psíquica de quem submeter a ela.
Os defensores da medida argumentam que estão mais preocupados com a integridade de quem é ou poderá ser vítima de depredadores sexuais.
Tramita no congresso brasileiro – em caráter terminativo – um projeto de lei do senador Gerson Camata (PMDB-ES) que institui esse tipo de castração.
O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), que é o relator, apoia o projeto com a ressalva de que o condenado não será obrigado a se castrar.
Camata tentou substituir, no projeto, a expressão “castração química” por “tratamento de supressão hormonal” na tentativa de conseguir apoio dos indecisos.
‘”Castração” assusta um pouco’, disse.
Grã-Bretanha terá castração química de pedófilos voluntários.
agosto de 2008
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Já vi essa história de castração, gays sofreram isso no passado. Agora são estupradores e pedófilos no geral.
ResponderExcluirDeveriam é contar o bigulinho desta povo.
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