terça-feira, 16 de março de 2010

Santo Daime não cura drogado, alerta psiquiatra

O chá pode piorar a saúde do dependente.
Embora existam pessoas que afirmam ter se livrado das drogas graças ao Santo Daime, esse chá nunca deve ser usado como alternativa de tratamento de dependência química.

O alerta é do psiquiatra Ronaldo Laranjeira, do departamento de dependência química da ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria).

O que pode ocorrer, segundo ele, é a substituição de uma droga pelo Santo Daime, que é também um alucinógeo e pode causar surtos em pessoas predispostas a transtornos mentais, entre outras consequências.

Outra possibilidade é que o viciado passe a depender  do chá sem conseguir largar das demais drogas.

Esse parece ter sido o caso de Carlos Eduardo Sunfeld, o Cadu, 24, assassino confesso do cartunista e daimista Glauco Villas-Boas, 53, e o seu filho Raoni.

Cadu tinha procurado a igreja de Glauco, a Céu de Maria, para se curar da dependência, mas ele piorou. No dia dos crimes, o jovem estava bem “chapado”, conforme relato da Bia, mulher de Glauco.

Parentes do jovem afirmaram ao G1 que a “cabeça” de Cadu piorou quando ele passou a frequentar a Céu de Maria.

É o que dá sentido a uma frase do rapaz a jornalistas depois de ter sido preso. A frase que ele teria dito a Glauco ou pesado no momento do crime é esta: “'Você fodeu com a minha vida, demorou, vou foder com a sua também.' Aí atirei nele."

Carlos Augusto, 22, disse que Cadu, seu irmão, fumava maconha de vez em quando sem que  apresentasse transtornos.

“Os problemas que ele teve foram com o Santo Daime, que mexe com o cérebro. Tomava todo dia. Num réveillon ele surtou. Teve taquicardia e desmaiou. Precisei socorrê-lo.”

O Santo Daime produz efeitos colaterais parecidos com o do LSD: superexcitação, miragens, transe, medo progressivo, pânico e surtos psicóticos.

O psiquiatra Laranjeira disse à Rádio Bandeirantes que o governo foi advertido dos males do Daime.

Mas, mesmo assim, o Conad (Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas) legalizou no dia 26 de janeiro  o uso do chá em rituais religiosos.

No dia 31 de janeiro, Alexandre Viana da Silva, 18, morreu afogado em uma lagoa na região metropolitana de Belém (Pará), após passar a noite em um ritual do Santo Daime.

Aparentemente o chá fez com que o jovem acreditasse que ele sabia nadar.

> Jovem morre afogado depois de tomar o ‘chá maldito’.
fevereiro de 2010

> Notícias sobre o Santo Daime.    > Casos de dependência química.

14 Comentários:

  1. Esse Glauco tbm era um maluco , como pode uma pessoa que escreve pra jornais famosos ? fazer parte de uma seita religiosa que utiliza de SANTO DAIME [ AYHUASCA] um potente alucinogeno que deixa as pessoas ainda mais loucas...Aquela tal chacara deveria ser um antro de ´´nóias´´ , sedentos pra ´´pirar´´ a cabeça tomando o tal chá....

    Não era de se esperar coisa diferente...

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  2. É um erro escutar uma pessoa como o Ronaldo Laranjeira: fala como se tivesse certeza e monta em cima de um conhecimento científico para afirmar o que afirma, mas não passa de pura opinião. São diversos os relatos de pessoas que dizem que o uso do Daime em contexto ritualistico os ajudou a resolver seu problema com drogas; ao mesmo tempo são diversos os relatos de surto após o uso. O assunto ainda precisa ser estudado mais profundamente.Não existem estudos que afirmem nada do que o dito especialista aí em cima afirma. É pura opinião travestida de conhecimento!

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  3. Amigo, antes de postar OPINIÕES como a do Sr. Laranjeira, estude, pesquise...

    Dê uma olhada aqui:

    http://blogdonau.blogspot.com/

    Marcelo Mercante.

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  4. Arturo EscobarMar 19, 2010 08:17 AM

    Putz
    Começará um sem número de comentários e opiniões descabidas. O Ronaldo Laranjeira afirma que o Cadu "trocou" uma droga por outra? Absurdo e irresponsabilidade da parte do pesquisador. Até então, nenhum estudo tem apontado para dependências sérias relacionadas à dependência causada por qualquer dessas substâncias, erroneamente classificadas como alucinógenas. Se duvidam, façam buscas no google escolar ou em sites indexadores de periódicos. Eu clamo pela proibição do AAS, do rivotril, da isotretinoína... ora, se acontecimentos violentos ou não, que envolvam casos de mortes eventuais são motivo para a proibição, que sejam banidas todas as substâncias, pois em algum momento, a sua grande maioria já demonstrou ter efeitos colaterais, muitas vezes envolvendo a morte do usuário, como é o caso da isotretinoína, com casos de suicídio, do AAS, que já promoveu muitas mortes por intoxicação (bem como já salvou muitas vidas, em situações de pré-infarto). Nos artigos são bastante claras a contra-indicação para pessoas que apresentam casos de esquizofrenia em parentes próximos. O que resta é saber se a anamnese para a aceitação do Cadu evidenciava isso, e se foi informado pelo mesmo tal parentesco e ocorrência da doença na mãe, então trata-se de um caso de irresponsabilidade do Glauco em aceitá-lo prara participação, que desconsiderou assim as indicações e contra-indicações. Proíbamos a prática médica, pois por causa dela, o paciente teve o braço direito amputado, quando devia ser o esquerdo...!!?? Não quero nem falar do álcool ou mesmo da ignorância e caretice dessa sociedade.

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  5. É lamentavel que os "defensores" da droga não tenham a lucidez de entender que o esta acentuada sequencia de mortes que vieram á tona pelo uso indiscriminado deste chá de ayahuasca que o santo daime utiliza em seus rituais e hoje está disseminado á muitos espaços sujos, lugubres infestados de imagens e banners de seu "guru" emiliano( o maior traficante),é que esta droga está matando, causando surtos psicoticos exatamente por está moção de daime ´para todos!sem critério, sem a menor responsabilidade. Não existe neste locais pessoas capacitadas para diagnosticar sequer um bicho de pé, quem dirá uma esquizofrenia, uma bipolaridade, ou qualquer outra doença. Imagine que nesta "anamneses" que o "chucro" que se diz escritor...(quando convém ele é um sujeito arroz com feijão,quando convém é "escritor" e teologo...sei kkkk) emiliano diz "anamnesia", alguém sabe o que seria hereditariedade...por favor e se soubessem,sabe quando a pessoa seria obstada de beber o chazinho? NUNCA! por "der real" NUNCA! Se o emiliano quer distribuir isso e está provado o que digo,em praça publica para "uso domestico" e ainda ensina como se faz...(vai nas instruçôes!) kkkkk da ex garrafinha de refrigerante, agua...será que foram lavadas?? Higienizadas nem pensar... Agora vem com essa de que só eu posso proibir????
    Querem dizer que o daime tem "efeito" se for no ritual??? é isso??? então entra alguma coisa á mais que não é o chá! Então por favor, vamos contestar com mais seriedade e propriedade, sem tanta ignorancia!
    No momento o chá de ayahuasca, também conhecido como daime está sendo usado como droga pura e simples1 Não existe religiosidade nisso! nem com sanfona,nem com cd!muito menos com cd e as lavagens cerebrais feitas para proporcionar mais adeptos das bandidagens gideonicas!
    Este sujeito é sordido e não respeita nem a mãe, se é que nascveu de algum ser humano! Será que alguma mulher se prestou à dar a luz a um ser dos infernos como emiliano?

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  6. Tudo na vida é dual, bom ou mau, conforme o modo de se usar. Se temos que proibir o Daime pelo mau uso de alguns imbecis, exijo que também os carros, a eletricidade, o fogo, a água, as facas etc. sejam proibidos, pois são igualmente perigosos.
    Exijo também que a cachaça e a cerveja sejam proibidos terminantemente.
    Quanto ao psiquiatra, ele não é especialista em ayahuasca e sim em drogas. Como a ayahuasca não é droga, e sim algo totalmente distinto que escapa às análises, suas observações não servem para nada.

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  7. Sobre a dependência psicológica: é algo que a própria pessoa cria e não a bebida. Exijo que proíbam tudo o que causa dependência psicológica: televisão, internet, namoro, passeios, sucos, açúcar etc. Assim teremos um mundo melhor, politicamente correto e sem nenhum problema. O paraíso com certeza é assim.

    Vai aqui uma chicotada em vocês, os ignorantes:

    http://imagensocultas.blogspot.com/2010/03/resposta-aos-inimigos-da-ayahuasca.html

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  8. O que está por trás de toda essa propaganda contra o Daime é um racismo contra as cosmovisões dos índios e dos negros.

    Ninguém fala em proibir a bebida alcoólica, como o whisky, que é alucinógena, causa dependência e está por trás de inúmeros crimes, porque ela é dos europeus.

    Os EUA não querem que uma cosmovisão que se choque com o materialismo e com a credulidade católico/protestante ganhe terreno no mundo.

    Vocês todos são a vanguarda inconsciente desse etnocídio, guardiães do materialismo do homem branco que não diferenciam estados místicos de estados psicóticos.

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  9. Claro que o chá não deve ser usado como alternativa ao tratamento psiquiátrico. Se isso acontecer o Laranjeira perde o emprego. Ele precisa que haja viciados para sobreviver. Tô cansado de ver gente se curar com o chá, o próprio Glauco se curou. Deixa de conversa bonita Laranjeira...

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  10. Parar de usar maconha e cocaína usando daime não parece parar de beber cachaça bebendo uísque?
    Só a um daimista é que não parecerá isto.
    A minha opinião é esta: que seja liberado não só o daime, mas todo tipo de droga, e que ninguém precisa de receita médica pra comprar nenhuma droga.
    Podiam até vender venenos em embalagem de remédios.
    Sim, sou a favor de liberar tudo.

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  11. Certa capital:sem sensacionalismo

    Religião | O assassinato do cartunista Glauco provocou comoção, mas não há base científica para relacionar o uso da ayahuasca com tendências homicidas


    A trágica morte do cartunista Glauco e de seu filho Raoni, assassinados na noite da quinta-feira 11, reacendeu na mídia o debate em torno do uso da ayahuasca, bebida psicoativa de origem amazônica utilizada secularmente por diferentes etnias indígenas e a partir do início do século passado por vários grupos religiosos. Motivo: o assassino Carlos Eduardo Sundfeld Nunes frequentou a igreja do Santo Daime, Céu de Maria, em Osasco, na Grande São Paulo, que utiliza o chá em seus rituais e era dirigida pelo cartunista desde a década de 1990. Para especialistas e pesquisadores da substância, parte da imprensa tropeça em equívocos.

    “Pessoas que não conhecem os efeitos deste chá e seus rituais imaginam se tratar de mais uma droga”, observa o médico-psiquiatra Wilson Gonzaga, integrante do grupo multidisciplinar do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (Conad), responsável pela resolução que regulamenta o uso da ayahuasca no Brasil.

    Um ponto central a ser esclarecido, segundo Gonzaga, é que a criticada liberação do uso religioso da ayahuasca, em janeiro deste ano, é resultado de um processo de mais de duas décadas que atravessou diversos governos e foi objeto de estudo de importantes cientistas, nacionais e internacionais, nas áreas da psiquiatria, medicina e antropologia. “Para se chegar a esta aprovação foram necessários anos de pesquisas, é ingênuo dizer que o governo foi imprudente, políticos podem ser levianos, mas o Estado não é”, afirma o médico, que participou de todo o processo de legalização e regulamentação do uso da bebida amazônica.

    Segundo o médico-psiquiatra Dartiu Xavier, professor da Unifesp e fundador do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad), não existe base científica para associar o consumo do daime a tendências homicidas. “A mídia tem sido tendenciosa, sobretudo neste aspecto.”
    Xavier reconhece, porém, a existência de casos contraindicados, como o uso concomitante do chá com antidepressivos e o consumo por afetados com psicose. “Pode ser o caso do assassino do Glauco, mas ainda assim se trata de uma afirmação hipotética, não comprovada.”

    “Se alguém já tem surtos psicóticos subjacentes, pode eclodir, mas pode ter sido pelo consumo de qualquer droga ilícita, como a cocaína”, pondera o psiquiatra Wilson Gonzaga. Para ele, o que tem ocorrido, em alguns casos, são afirmações fora do contexto e um destaque que leva a uma leitura negativa do uso religioso da bebida amazônica. “Não podemos responsabilizar o chá pelo ocorrido.”

    De acordo com Xavier, é possível comprovar, com base em pesquisas recentes, que um número expressivo de dependentes químicos abandonou o vício após ingressarem em grupos que utilizam a bebida psicoativa em seus rituais. Caso, inclusive, do próprio cartunista Glauco. Mas daí a afirmar cientificamente que a ayahuasca pode curar a dependência química há um longo caminho.

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  12. continua...



    Pesquisas avançam, porém, neste sentido. A mais recente foi coordenada pelo próprio Xavier no Departamento de Psiquiatria da Unifesp. O estudo, feito com ratos, buscou investigar o potencial terapêutico da bebida psicoativa e o resultado revoluciona o que se sabia até então. “Verificamos que o chá age em regiões do cérebro onde o vício também atua”, explica o médico.

    Os ataques ao culto do Santo Daime e ao uso religioso da ayahuasca também são movidos por grupos que se opõem à recente regulamentação aprovada em nível federal. “Decisão embasada entre outros fatores, no direito à expressão religiosa”, defende Xavier. “Não se pode negar as religiões”, acrescenta o antropólogo Edward MacRae, representante do Ministério da Cultura no Conad e fundador do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos (Neip). O antropólogo defende o diálogo. Caminho tomado pela União e que desembocou na atual regulamentação da ayahuasca.

    Com o objetivo de realizar uma revisão dos usos da bebida psicoativa ayahuasca, a Secretaria Nacional para Políticas sobre Drogas organizou um grupo multidisciplinar, coordenado pelo Conad, que reuniu cientistas e líderes religiosos durante seis meses. O objetivo era chegar a um documento oficial que norteasse a utilização da bebida. Mas conciliar as interpretações e entendimentos díspares como o religioso e o científico, não foi tarefa simples. “Para os religiosos, a ayahuasca é uma hóstia sagrada que representa Deus”, diz Xavier. O antagonismo gerou uma tremenda saia justa, observa o psiquiatra. “Como questionar se ‘Deus’ estaria prejudicando a saúde?”

    Entretanto, o diálogo com os grupos religiosos não fez o trabalho perder seu caráter científico, garante o psiquiatra. Em linhas gerais, o estudo tornou-se uma regulamentação, aprovada pelo Senad e publicada no Diário Oficial da União, em janeiro deste ano, que garante o direito do uso da ayahuasca em contexto religioso. Xavier adverte: “É preciso novas pesquisas”. A comercialização da bebida foi outro ponto discutido na comissão e que, segundo ele, merece atenção redobrada, para evitar abusos. “Neste caso, a recomendação foi para que cada grupo produzisse a bebida para coibir o comércio”, observa.

    As religiões ayahuasqueiras – como são conhecidos os cultos que utilizam a bebida – começaram a surgir no Brasil em 1930, segundo a antropóloga Sandra Goulart, doutora em Ciências Sociais pela Unicamp, professora da Faculdade Cásper Líbero e coautora do livro Cultu-ra e Drogas: Novas perspectivas. O primeiro grupo foi o Alto Santo, fundado em Rio Branco, no Acre, pelo maranhense Raimundo Irineu Serra. Na mesma cidade, mais de uma década depois, em 1945, surge a Barquinha, fundada pelo também maranhense Daniel Pereira de Mattos.

    Em 1961 nasce a União do Vegetal (UDV), desta vez em Porto Velho, Rondônia, criada pelo baiano José Gabriel da Costa, conhecido como Mestre Gabriel. Segundo Goulart, pouco tempo depois começa um processo de ruptura dentro dessas religiõe-s que fez surgir novos grupos. O principal deles foi idealizado por Sebastião Mota de Melo, fundador do Cefluris, também conhecido como Santo Daime, do qual o cartunista Glauco fazia parte. “A UDV e o Santo Daime são os principais grupos em termos de adeptos e de expansão, no Brasil e no exterior”, observa a antropóloga.

    O crescimento acelerado a partir de 1980 faz esses grupos invadirem as grandes metrópoles. O uso da ayahuasca deixa definitivamente de ser um culto amazônico para se tornar um fenômeno urbano, atingindo um público bem diferente dos seringueiros. Artistas, intelectuais, médicos, advogados aderem em massa à emergente religião da floresta. “É neste momento que a ayahuasca começa a ganhar mais visibilidade e a ser inserida no debate sobre drogas nas sociedades contemporâneas”, afirma a antropóloga.

    (Foto: Marcos Mendes/Folha Imagem/Folha Press)

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  13. Sou absolutamente favorável à liberação do Santo Daime. Entretanto, os principiantes do seu uso devem ser orientados pelos costumes.

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  14. PAREI DE USAR CRACK E OUTRAS DROGAS COM AJUDA DO DAIME, SÓ POR HOJE ESTOU VIVO DEVIDO AO DAIME, ABUSOS OCORREM MAS AS PESSOAS PRECISAM SEPARAR O JOIO DO TRIGO, MUITA BESTEIRA SE FALA, É PRECISO ESTUDAR MAIS ANTES DE ABRIR A BOCA.

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