A escultura se chama Escadaria para o Paraíso: sobre um muçulmano agachado segurando o Alcorão, há um padre com uma Bíblia e sobre este, um rabino com a Torá.
A primeira crítica à obra do espanhol Eugenio Merino foi da embaixada em Madri de Israel, que ressaltou em nota: “Trata-se de uma ofensa aos judeus”.
A nota se referia também a outra obra do mesmo artista, a qual foi colocada do lado da “Escadaria”, na feira de arte contemporânea de Madri, a Arco 2010.
Trata-se da escultura que une uma metralhadora Uzi, usada pelo exército israelense, a um candelabro do ritual judaico, o menorá.
Para a embaixada, as duas esculturas tentam passar “uma mensagem cheia de preconceitos e estereótipos.”
A Igreja Católica da Espanha também emitiu nota de repúdio: “[A obra] é uma provocação blasfema absolutamente desnecessária”.
Até agora não se tem notícia da reação de muçulmanos.
Merino respondeu que o problema não está na ‘Escadaria para o Paraíso”, mas nas pessoas de “mentes fechadas” que fazem uma interpretação preconceituosa da obra.
“Fiz uma torre com as três grandes religiões que se juntam para chegar ao mesmo fim, que é Deus”, disse ele à BBC Brasil.
“Mas eles [os religiosos] querem ver outra coisa, o que eu aceito como crítica. Só que eles também têm de aceitar o meu trabalho.”
Um colecionador belga comprou a Escadaria para o Paraíso por 45 mil euros, cerca de R$ 112 mil.
Calendário espanhol mostra transexuais no papel de santas.
outubro de 2009
Arte que questiona a religião.
Do ponto de vista histórico está perfeito:
ResponderExcluiros muçulmanos oprimidos pelos cristãos logo acima
e todos oprimidos pelos capitalistas judeus.
Obvio que judeu aqui não se refere a etnia, nem a religião, mas ao tipo econômico, o rico usurário, o que controla a política e o governo dos estados unidos da américa, que é dono dos bancos, entendeu?Não?
nada a ver esse comentário. até parece que só tem judeu rico no mundo. ou pior: que católicos e ÁRABES são todos pobres...
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